E lá estavam eles, no meio da festa, trocando poemas.
Ela não lembrava de cor os seus próprios, então teve que ler uma cola.
Ele ficou bravo, até ofendido: "você tem que saber seus próprios poemas de cor!"
Então ele receitou no ouvido dela um poema da matemática da vida.
Muito bem feito.
E ela se calou.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
eu subi um degrau
Você roubou meu cartão postal e publicou três livros eu continuo aqui se deixando roubar continuo fraca, material não publicável falando da...
-
Viramos um para o outro cabeças no travesseiro rimos do teco de pele que sangrou rimos da grosseria que foi dita do pernilongo gordo rimamos...
-
No café da manhã te conto um sonho você finge não entender te beijo e abraço suas costas você beija de volta e vai embora fico com as suas ...
-
tenho certeza que você trabalha agora mesmo compenetrado batendo teclas e metas de terno no ar condicionado a ser sério tudo tão segunda-f...
Nenhum comentário:
Postar um comentário